Liguei para minha vó outro dia. Almocei no meu pai ontem. Segunda foi um dia caótico. Não tenho cachorro de estimação, mas visito pet shop. Gosto de escrever, porém tenho medo de me expor. Gosto de sol, mas tenho cor de laboratório. Gasto mais do que ganho. Durmo menos do que quero. Estudo muito menos do que deveria. E fico pensando nesses "mais" e "menos" de nossa vida, que no vaivém das horas acabam por nos sobrecarregar e deturpar a visão de tudo e todos. É mais cer de parecer e menos se de sentir e ser, de comer com calma, de sorrir de bobeira e de comer chocolate ouvindo música no quarto. O 3g é muito ruim onde passo a maior parte de meu tempo. Minha mãe pega muito no meu pé. Meu irmão é muito quieto. Agora sim. O "muito" nosso de cada dia nos dai hoje, e dai-nos a paciência de testemunhar o muito nosso, muito menos, muito mais, de forma sonolenta e preguiçosa porque vai amanhecer novamente e, se eu pudesse, simplesmente e literalmente sairia andando, como quem não quer nada com nada. Seja pronome, advérbio ou substantivo, o nada é a palavra da vez, afinal de contas, o que somos mesmo?
sexta-feira, 31 de maio de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Estava saindo hoje e pensei em por que não tenho uma penteadeira. Uma penteadeira de verdade, igual à da minha bisa ou da minha avó. Isso me faz sentir menos gente, pois se maquiar olhando no espelho retrovisor ou então no banheiro não é coisa de gente. Falta espaço no meu quarto, na casa mesmo. Coisas do IPTU e da vida moderna.
Imagine poder sentar-se para se maquiar, olhar para seus perfumes e objetos mais queridos, ou então ficar sentada e olhando para o espelho pensando na morte da bezerra. Que maior legaaaaaaaal!
Bom, esse foi o assunto do dia. Por que não eu, hein, bisa?


segunda-feira, 27 de maio de 2013
É tanta coisa que acontece.
E tanta vida dando sopa por aí.
Às vezes me parece que as pessoas se apagaram.
E a empatia foi pro saco.
O bom dia, esquecido.
O acaso virou piada e a alegria, história que se ouve no asilo.
E tanta vida dando sopa por aí.
Às vezes me parece que as pessoas se apagaram.
E a empatia foi pro saco.
O bom dia, esquecido.
O acaso virou piada e a alegria, história que se ouve no asilo.
sábado, 25 de maio de 2013
ah, se eu conseguisse
comer uma torta sozinha
andar pela rua
a esmo
e ainda assim
dizer
que tá tudo bem
que vai ficar
que já foi e não vi
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Não consigo entender certas coisas. E, ao mesmo tempo, sinto preguiça às vezes. Assim como sinto preguiça das palavras que gostaria de pronunciar em algumas ocasiões, ou de quantas horas desperdicei pensando na morte da bezerra quando eu poderia estar, realmente, fazendo algo útil (não, não quero causar uma revolução, eu só quero arrumar meu quarto e mantê-lo sempre em ordem).
Ainda assim, observo as outras pessoas e também não consigo entendê-las. Há quem transpareça gostar de tacar fogo na fogueira e ver o circo pegar fogo. Há quem chega e com um breve sorriso ilumina seu dia, até então totalmente nublado (apesar de o sol estar rachando seu coco). Também noto que há pessoas que riem com e por maldade, seja de um tombo ou de um e-mail enviado para a empresa toda com vários erros de grafia. E ri de bom grado, com vontade, como se fosse natural. Como se fosse natural querer que o outro se estatele no asfalto quente ao levar um tombo, ou puxar o tapete do colega só pelo prazer de ver um desafeto se ferrar de verde-amarelo.
Tenho visto isso. E me chateia. Bastante. E quando ouço alguém comentar que "mata um leão por dia", minha vontade é responder: "você é que se mata todo dia. Parabéns."
O que é que a gente não faz para sobreviver, né?
segunda-feira, 20 de maio de 2013
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Dei de cara com essas capas LINDAS no Flavorwire e foi impossível não sentir vergonha-alheia.
Fiz minha seleção das "melhores", na minha opinião:
Eu imaginava que a Carrie era estranha, mas não tanto.
Esta capa é de uma edição japonesa de Lolita. Estou chocada.
Não! Não se trata de A caverna do dragão!
Fiz minha seleção das "melhores", na minha opinião:
Eu imaginava que a Carrie era estranha, mas não tanto.
Não! Não se trata de A caverna do dragão!
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Saudade do sono
da manhã perdida
de minha voz já esquecida
que às vezes dá as caras
e me assusta
assim
e me dá sono.
da manhã perdida
de minha voz já esquecida
que às vezes dá as caras
e me assusta
assim
e me dá sono.
Há coisas que têm definição: fome, sede, sono, preguiça.
Há também a palavra obsessivo Datação: sXX:
n adjetivo e substantivo masculino
Rubrica: psicopatologia.
2 que ou aquele que sofre de obsessão ou neurose obsessiva
Que dizer das rasas que estão por aí deixando todo mundo doido com sua falta de discernimento e, talvez até mesmo, entendimento de si mesmo? Não consigo compreender como se é, como se é ser, como se faz. E muito menos posso julgar. Mas posso sentir os efeitos dos comportamentos alheios assim como sinto as consequências de meus comportamentos e pensamentos.
Há também a palavra obsessivo Datação: sXX:
n adjetivo e substantivo masculino
Rubrica: psicopatologia.
2 que ou aquele que sofre de obsessão ou neurose obsessiva
Tenho um pensamento obsessivo, que sempre aparece quando eu menos espero. E há coisas que não consigo definir. Aquele velho exemplo da saudade. Você sente, porém a palavra não consegue exprimir exatamente o que quer dizer. A culpa é outro exemplo. Como posso mensurar a culpa de outra pessoa se não consigo conter e medir a minha?
Águas paradas são as mais profundas.Que dizer das rasas que estão por aí deixando todo mundo doido com sua falta de discernimento e, talvez até mesmo, entendimento de si mesmo? Não consigo compreender como se é, como se é ser, como se faz. E muito menos posso julgar. Mas posso sentir os efeitos dos comportamentos alheios assim como sinto as consequências de meus comportamentos e pensamentos.
O que eu queria, e queria mesmo, é que todos andassem com um espelho pendurado (eu inclusive) que refletisse seus próprios olhos e atitudes, no momento em que são tomadas, para que, quem sabe assim, a consciência existisse, ou, pelo menos, lampejasse. Será esse meu pensamento obsessivo? Quem dirá pode ser o tempo, ou minha falta de bom senso.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Cada um tem uma mania.
Outros, compulsão.
Alguns, sei lá, de repente descontam no chocolate.
Andei maníaca e compulsiva e "descontada" e e por e com livros.
Outros, compulsão.
Alguns, sei lá, de repente descontam no chocolate.
Andei maníaca e compulsiva e "descontada" e e por e com livros.
Sempre li bastante, ando lendo mais ainda, porém, me sinto a Becky Bloom dos livros.
Não tenho nada contra compulsivos. Pelo contrário, até me identifico. Se, na semana passada, tive meu momento "Carrie Bradshaw tupiniquim na veia", há uns bons meses ando a Becky Bloom dos livros. E aparece de tudo: Linguagem visual, fotografia, marketing cultural, livro com fotos da África selvagem, guia ilustrado do rock, até livro de gastronomia eu comprei (é claro e óbvio que não cozinho). Teve um que virou motivo de piada. Chama-se Doors of the world. Tem fotos artísticas de portas por todo o mundo. De portas. Mas são fotos artísticas, então posso deixar o livro no rack de casa e passar por pessoa culta e entendedora de portas.
No entanto, ninguém visita minha casa. Apenas meu pai, aos domingos ou quartas-feiras, e ele está mais interessado em livros de psicologia, acho.
E também não tive oportunidade de usar os sapatos que comprei num impulso maníaco-compulsivo-frustrado.
E também fico pensando se, no fim das contas, tudo se resume a alguns minutos de efêmera ilusão, mesmo que seja para aparentar algo, que pode ser cultura ou ser estilo, ou se é esse vazio que todo mundo carrega dentro de si que, não importa o que se faça, estará sempre latente, e não dá para esconder na hora em que se coloca a cabeça no travesseiro, após um dia de compras ou de melancolia.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Uma das minhas maiores conquistas na vida são minhas canecas. Tenho até uma da bandeira da Eslováquia - veio da Eslováquia. E meu irmão tem uma marrom cor de burro quando foge que vibra no estilo rancheiro do rio Mogi Guaçu. Como hoje estou confusa, resolvi dar um Google em "mug" e me deparei com estas belezinhas.
Adoraria dar essa caneca da vaquinha de presente a algumas pessoas.
Quando eu tiver um schnauzer, o nome dele vai ser Bóris. Tô fazendo o esquenta já.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Segunda-feira continua sendo o dia universal da dieta. Mesmo para quem não está de dieta. Normalmente, surge aquela conversa de pegar mais leve, tomar bastante água, comer alfacinhas e, quem sabe, uma caminhadinha...
Eu estou realmente precisando perder uns quilos. As calças estão emperrando naquela região chamada culote.
E acontece que eu estava pensando hoje, logo cedo, que, normalmente, as bunita que aparecem nas revistas e na TV, assim como as blogueiras de moda e editoras de revistas supertratadas e descoladas, provavelmente têm empregada que lava, passa e limpa, e também têm acesso a tratamentos e spas lindos de viver. Não devem precisar se preocupar em tirar o lodo do rejunte do azulejo do box do banheiro quase comunitário de casa e muito menos usar a pontinha da faca para retirar manchinhas da boca do fogão. Ah! E talvez não conheçam a alegria que é deixar o box de molho com amoníaco!
Acho que tirar teia de aranha deve ser um exercício muito bom para fortalecer os braços, assim como tirar lodo da beirada da pia. A propósito, lavar a cozinha exige de uma autêntica dona de casa equilíbrio, destreza e também inteligência na hora de racionalizar o uso da água e dos produtos de limpeza, evidentemente mais caros nos últimos anos, realidade que grita à nossa porta.
Como trabalhadora brasileira, bato ponto e chego em casa às 18h30, portanto, me sobram poucas horinhas para estudar, ler e lavar, passar e limpar.
E mesmo assim sou uma rainha! Rainha tão rainha que tenho luvas dignas de bateria de tão laranjas que são! E gasto bastante dinheiro com creme para os pés, porque a água sanitária misturada ao sabão em pó de treis reau para lavar chão pode implicar em profundas marcas na sola do pé, e pé rachado não rola. Realmente não dá.
Desabafo da segunda. Valeu, pessoal! Boa semana!
sexta-feira, 10 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
PublishNews - 09/05/2013 - Iona Teixeira Stevens
Seminário debateu os desafios do livro digital ontem, em Brasília
O livro digital mais uma vez é tema de debate. Dessa vez não se trata de uma conferência, curso ou palestra sobre o futuro do livro. Trata-se do Seminário ‘Desafios do Livro Digital no Brasil’, que reuniu representantes governamentais, políticos e setor privado na Câmara dos deputados ontem em Brasília.
O tema vem ganhando espaço aos poucos na agenda do Congresso Nacional, sobretudo com a aprovação no Senado da medida que busca a isenção de impostos na importação e comercialização do livro digital. A medida foi o principal foco do debate, tanto do lado do governo quanto dos empresários.
A posição da Frente Parlamentar do Livro e da Leitura, presidida pela deputada Fátima Bezerra (PT-RN), é declaradamente favorável. “O quadro educacional e nível de leitura no Brasil é muito frágil, temos que trilhar todos os caminhos para democratizar o acesso ao livro. Nesse sentido, é adequada essa iniciativa que isenta o livro digital de impostos", contou a deputada ao PublishNews.
O peso dos impostos, sobretudo sobre a importação de aparelhos eletrônicos, é velho conhecido de outros setores produtivos, e com o advento das inovações digitais passou a ser preocupação do mercado editorial também, pois freia uma indústria que, no resto do mundo cresce exponencialmente e já mostrou ter demanda no Brasil: “A gente só não vende mais por causa do preço”, explicou Sérgio Herz, presidente da Livraria Cultura.
Alex Szapiro, da Amazon Brasil, pontuou os inúmeros impostos sobre o livro digital (IPI:10%; II:12%; ICMS:18%; PIS\COFINS:9,25%) e ressaltou que o preço do Kindle, que sai hoje por R$299, poderia cair pela metade se a alteração da lei fosse aprovada. Com pagamento parcelado, um aparelho por R$159 se tornaria então acessível a toda uma nova parcela da população.
Mas o Projeto de Lei que equipara o livro digital ao físico ainda deve sofrer alterações, afinal - como é usual quando o assunto é tecnologia - já precisa de atualizações. Karine Pansa, presidente da CBL, sugeriu alterações na emenda para incluir não apenas edições digitais de livros impressos, mas também títulos que serão publicados primeiramente, e talvez unicamente, no formato digital. Além disso, a CBL sugeriu também abranger o inciso que define a situação contratual com a editora para incluir autores independentes - os autopublicados. A deputada Fátima Bezerra afirmou depois do seminário que deve acolher as alterações propostas.
PNLL, FBN e MEC
Essas três siglas indicam as grandes ‘casas’ do livro no governo. E eles estão se preparando para o digital. Renato Lessa, recém-chegado na Biblioteca Nacional, se inspira no projeto do americano Robert Darnton e sua biblioteca digital dos Estados Unidos. “Um dos desafios é a digitalizar os acervos e trabalhar a ideia de uma Biblioteca Digital Brasileira, seria viável no Brasil”, conta o novo presidente da FBN. Mas ainda há muito o que ser pensado, lembrou Lessa, principalmente em relação à distribuição e mecânica de empréstimo desse acervo digital.
José Castilho, de volta ao MinC, vê no digital um instrumento fundamental de um dos eixos do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), o da democratização da leitura. Segundo Castilho, a falta de leitores “paralisa também o setor produtivo, há casos, por exemplo, onde trabalhadores não entendem as instruções do manual”. Castilho volta ao PNLL com a experiência bem sucedida de downloads gratuitos de títulos digitais na Editora Unesp, da qual é presidente. “A ação da Unesp também é uma ação de política pública, por ser uma universidade pública gratuita que tem interesse no desenvolvimento do conhecimento". O secretário executivo do PNLL reiterou que já está conversando com o MinC para tornar o site do ministério um possível veículo de divulgação da cultura e do livro digital.
O MEC, cujos editais já incluem a aquisição de conteúdo digital, possivelmente é a instância que mais experimentou nesse front: em 2012 o PNLD incluiu o livro digital no formato PDF, e, segundo Monica Franco, diretora da Divisão de Conteúdo Digital do MEC, a parte da distribuição naquele ano foi um dos maiores desafios. Em 2014 as compras governamentais passaram a incluir uma versão híbrida do livro e conteúdo digital; para 2015 o MEC convocou o mercado editorial para pensar o modelo de aquisição do livro digital nas compras governamentais. “A perspectiva é trabalhar a versão digital como uma versão potencializada da impressa, pensar o que ela pode agregar de valor”, afirmou Franco. Em relação aos problemas de distribuição, Sônia Schwartz, Coordenadora Geral dos Programas do FNDE, afirmou que em 2015 cada editora estará livre para escolher sua própria solução no digital: “Não fazia sentido o FNDE fechar um formato de distribuição, porque sempre muda”, falou Schwartz.
Acessibilidade
Coube a Volnei Canônica, coordenador do programa Pazer em Ler do Instituto C&A, falar sobre o elefante branco: a desigualdade e heterogeneidade do Brasil em relação ao acesso à internet: “Temos que pensar como vai ser o livro digital onde a internet não chega, como que vai chegar no interior. Gostaria que tivesse mais momentos para refletir sobre essas questões e sobre como essa isenção dos impostos irá realmente contribuir para um Brasil de leitores”, enfatizou Canônica.
Próximo passo
A expectativa da deputada Fátima Bezerra é ter um projeto pronto até julho. "Estamos trabalhando na direção de aprovar o PL no fim do primeiro semestre do legislativo", afirmou Bezerra. Mas a discussão sobre o digital continua: "A definição do que é o livro digital não está clara, no que diz respeito aos equipamentos, a questão da plataforma aberta, assim como a porcentagem dos direitos autorais no caso do digital", completa a deputada, que finalizou o seminário convidando os participantes para mais um debate, em julho, “para fazer um balanço das ações do MinC e do MEC”.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Tá.
Ok.
Ninguém me explicou muito bem esse negócio de crescer. Minha mãe tentou, eu sei, mas não rolou. Meu pai também tenta até hoje. A escola não consegui essa proeza. Não rolou. Nunca rolou.
O que rola são as contas batendo à minha porta enquanto eu resisto à tentação de comprar a camisa jeans mais estilosa que vi nas últimas revistas que li. E rola a vontade de fazer as malas, encerrar a conta no banco e sumir num mochilão por uns 6 meses. Rola também fazer faculdade de Mendigologia e me especializar em Pedir.
Eu, neste meu fim tardio de adolescência tardia, me debato como uma criança aprendendo a nadar e, mais do que nunca, percebo que o que rola é pagar as contas e abraçar o que dia reserva. Não como uma "velha" mal humorada, mas como uma criança que está se divertindo, mesmo após alguns tombos, em algum parquinho bonitinho da cidade.
Ok.
Ninguém me explicou muito bem esse negócio de crescer. Minha mãe tentou, eu sei, mas não rolou. Meu pai também tenta até hoje. A escola não consegui essa proeza. Não rolou. Nunca rolou.
O que rola são as contas batendo à minha porta enquanto eu resisto à tentação de comprar a camisa jeans mais estilosa que vi nas últimas revistas que li. E rola a vontade de fazer as malas, encerrar a conta no banco e sumir num mochilão por uns 6 meses. Rola também fazer faculdade de Mendigologia e me especializar em Pedir.
Eu, neste meu fim tardio de adolescência tardia, me debato como uma criança aprendendo a nadar e, mais do que nunca, percebo que o que rola é pagar as contas e abraçar o que dia reserva. Não como uma "velha" mal humorada, mas como uma criança que está se divertindo, mesmo após alguns tombos, em algum parquinho bonitinho da cidade.
terça-feira, 7 de maio de 2013
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