Cada um deve ter seu placebo psicológico ou físico.
Engordei uns bons quilos, subir escada se tornou uma odisseia e comer como uma pessoa normal, bem, vamos falar sobre isso numa outra hora.
Fiquei pensando em como lido com as minhas adversidades. Talvez seja escapismo, talvez eu seja incrível!
Eu me conscientizei de que não posso comer como um panda fugitivo. Preciso ser razoável e cuidar da vida que me habita. Por isso, hoje ataquei o arroz integral, alface, bife e farofa. Teve bom. Tomei suco de laranja e na sobremesa bati uma gelatina de limão. Estou sem palavras, sabe?
Mas a verdade também é que algumas pessoas nos ajudam, mesmo que seja sem querer. Seja com uma palavra de incentivo, ou um sorriso. Quem sabe até com um bom dia sincero — estou CANSADA de ser ignorada nos meus bons dias. Morram! — de verdade verdadeira. Nos últimos tempos, se houve uma coisa que aprendi é que às vezes o apoio e a compreensão veem dos lugares mais inesperados, e que até mesmo na hora de devorar uma pratada, temos a cumplicidade homeopática de alguém que pode até não dizer nada, porém nos lê.
Engordei uns bons quilos, subir escada se tornou uma odisseia e comer como uma pessoa normal, bem, vamos falar sobre isso numa outra hora.
Fiquei pensando em como lido com as minhas adversidades. Talvez seja escapismo, talvez eu seja incrível!
Eu me conscientizei de que não posso comer como um panda fugitivo. Preciso ser razoável e cuidar da vida que me habita. Por isso, hoje ataquei o arroz integral, alface, bife e farofa. Teve bom. Tomei suco de laranja e na sobremesa bati uma gelatina de limão. Estou sem palavras, sabe?
Mas a verdade também é que algumas pessoas nos ajudam, mesmo que seja sem querer. Seja com uma palavra de incentivo, ou um sorriso. Quem sabe até com um bom dia sincero — estou CANSADA de ser ignorada nos meus bons dias. Morram! — de verdade verdadeira. Nos últimos tempos, se houve uma coisa que aprendi é que às vezes o apoio e a compreensão veem dos lugares mais inesperados, e que até mesmo na hora de devorar uma pratada, temos a cumplicidade homeopática de alguém que pode até não dizer nada, porém nos lê.