Fico curiosa ao revisitar algumas lembranças. Eu nem sabia mais que as tinha. Talvez sejam as minhas leituras recorrentes a respeito de comportamento, sobre o comportamento das mulheres fortes e poderosas e como a amamentação pode colaborar maravilhosamente com o emagrecimento pós-parto.
Voltando às lembranças: eu as tenho, e isso é assustador.
E até que ponto devo abraçá-las e embalá-las e fazê-las dormir? Ou é melhor enfrentar as atitudes que tomei, por mais inadequadas que me pareçam agora, e encarar tudo com a aparente maturidade que adquiri?
Tudo mudo de perspectiva diante de certas circunstâncias e rumos.
Eu imaginava que minha vida seria
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________, só que ela se mostrou dfhslfsnfkndfieurekfke^^^^^^^^.................¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨!!!!!!!!!!!!!!@@@@@@@@@@@@#####$$$$$%%%¨¨&&&**()))))))^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^dljkfhsjfhuhfuheehkrkejrkejrkjekrjkejrkejrk.
É ruim?
Não.
Aposto minhas fichas no termo inesperado. Acho que se encaixa bem, sabe? Até porque, que atire a primeira pedra quem não se viu às voltas consigo mesmo.
Quanto às lembranças, resolvi aceitá-las. Podem não ser tudo o que sonhei, mas foram vividas e são as que tenho. E há muitas, muitas mesmo realmente boas.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
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