
Terminei a leitura de Ar de Dylan há poucas semanas. Vilnius, rapaz obcecado pelo tema do fracasso, me cativou bastante, e seus dilemas me instigaram. Como sempre, tenho o hábito de sublinhar e rabiscar meus livros, e uma das frases que adotei ao ler o livro foi: "Somos vagabundos, mas indispensáveis". Bem, não estou com o livro em mãos aqui, agora, mas a mensagem é essa.

Uma obra que mexeu bastante comigo foi Preces e Mentiras (Editora Novo Conceito). É a primeira obra da Sherri Wood Emmons publicada no país. Adorei a capa e a autora consegue manter a história muito bem. Vários temas polêmicos são abordados e as circunstâncias complexas que circundam uma família que em nada lembra o American dream mantêm o leitor afoito por seu desfecho.

Um livro que me faz pensar até hoje é Um Mundo Brilhante, de T. Greenwood (Editora Novo Conceito). Os capítulos são curtos, bem construídos, as personagens complexas e o enredo bem elaborado. A autora da obra é bastante reconhecida nos Estados Unidos, e não é para menos. O que me deixou ainda mais curiosa foi que, ao discutir a história com outras pessoas que leram o livro, elas também não tinham uma opinião definida a respeito de Ben, personagem principal da obra, e de suas escolhas nem sempre "corretas". Vale cada uma das 336 páginas.
Comprei Hell + Bubble Gum numa ótima promoção no Submarino. Li Hell em uns dois dias. A narrativa é ágil e Lolita Pille ganhou uma fã com toda certeza.
Hell, a protagonista, narra cruamente sua realidade e as pessoas que a rodeiam. Uma frase que ficou em minha mente foi: "Se os ricos não são felizes, a felicidade não existe." Fiquei pensando na história por um bom tempo.
Aproximei-me de George Orwell ahahahaha. Li 1984 (finalmente) e A Revolução dos Bichos. Como Morrem os Pobres e Outros Ensaios está na minha estante. Não preciso nem falar que o Orwell é o cara.



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